domingo, 18 de dezembro de 2011

Toda boa dádiva vem de Deus.


Toda boa dádiva vem de Deus.

“Não erreis, meus amados irmãos.
Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.” (Tiago 1:16-17)

Neste trecho das escrituras, o Espírito do Senhor nos ensina que não podemos receber absolutamente nada de bom, sem que isto venha diretamente do nosso bom e amoroso Criador. Também através de João Batista o Espírito Santo confirmou esta verdade: “João respondeu, e disse: O homem não pode receber coisa alguma, se não lhe for dada do céu.” (João 3:27)
O nosso Deus tem o controle de tudo e esta acima de todas as coisas, todas as coisas estão sujeitas a sua soberana vontade: “Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.” (Salmos 127:1)
Todo bem só pode vir de Deus por que ele é a fonte de todo o bem, por isso Tiago o chama “Pai das luzes”. Tudo que é bom, reto e puro provém dele, ao passo que tudo que é mau provem do seu adversário, o inimigo das nossas almas.
Da mesma forma, o inimigo deseja descarregar em nós todo este mal que ele tem em si armazenado. Enquanto o nosso Deus deseja cumprir em nós todo o seu bem. O Senhor Jesus nos disse que foi por isso que ele veio a este mundo: “O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.” (João 10:10)
Ele se manifestou entre nós para destruir a festa de Satanás e garantir a nossa felicidade: “...Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.” (I João 3:8)
Além de nos dizer que o Senhor é o autor de todo bem, Tiago também nos garante que esta é uma situação inalterável, Deus sempre agirá desta maneira, pois nele “não há mudança nem sombra de variação”.
O próprio Todo-Poderoso afirmou aos filhos de Israel que ele é um Deus imutável, e é por isso que sua misericórdia nos alcança e nós não somos consumidos na nossa miserabilidade: “Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.” (Malaquias 3:6)
Nem mesmo diante de nossa infidelidade é possível que Deus mude, tanto a fidelidade quanto a imutabilidade são características intrínsecas do Pai celestial, está na sua natureza, faz parte do seu caráter, é algo próprio do Altíssimo. Foi isto o que Paulo ensinou ao seu discípulo Timóteo: “Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo.” (II Timóteo 2:13)
E é por tudo isto que Tiago amorosamente nos exorta a entendermos que tudo quanto é bom nos vem do nosso Deus. Portanto, de todas estas dádivas devemos usufruir, atentando sempre, porém, para delas usufruirmos dentro de toda a vontade de Deus. Assim, verdadeiramente seremos felizes.

Reconhecendo no meu Senhor a fonte de tudo quanto me faz bem, e de tudo isto me servindo, conforme a sua perfeita vontade para minha vida, assim sou bem aventurado!

Sidone Gouveia

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